La Loba
& Vasalisa
A anciã que canta sobre os ossos. A menina que atravessa a floresta escura guiada pela boneca no bolso.
La Loba recolhe no deserto os ossos do que foi dado como morto; e canta sobre eles até a vida voltar. Em três luas e seis mitos, é sobre os seus ossos que nós vamos cantar: a voz que você engoliu, a raiva que virou culpa, a mulher que você deixou pelo caminho pra caber onde não cabia.
A jornada começa em 13 de setembro · apenas 13 lugares · 20% de desconto só nos dias antes do início
✷ Turmas presenciais no Porto e em Brasília já atravessaram estes contos · agora online
Nestes minutos, três vozes: Clarissa, Juliana e Talita contando o que te espera durante os 3 meses de Jornada.
“Eu sempre fui a estranha da história.
A que fala demais. Ou a que não fala nada.”
Se doeu ler isso, é porque tem osso aí.
“Não importa onde vivam, nem em que tempo: há sempre gaiolas à espera. Vidas pequenas demais, para onde as mulheres podem ser atraídas, ou empurradas.”
Clarissa Pinkola Estés · Os Sapatinhos VermelhosAté que La Loba pergunta:
o que em ti cansou de caber?
Recolher os ossos é o caminho de volta à ALCATHEAS.
Cada mito é um osso. Cada osso é um pedaço seu que ficou pelo caminho; e que a gente vai buscar, um por um.
A anciã que canta sobre os ossos. A menina que atravessa a floresta escura guiada pela boneca no bolso.
O riso que vem do ventre e desarma a tristeza. O esqueleto puxado do fundo do mar pelo anzol de um pescador.
A borboleta velha que dança a criação do mundo. E os sapatinhos vermelhos, que dançam a mulher até a morte.
“O que aconteceu com a voz da minha alma?
Quais são os ossos enterrados na minha vida?”
Clarissa Pinkola Estés · Mulheres que Correm com os Lobos
O livro é o ponto de partida. A jornada é atravessá-lo com o corpo, e não só com os olhos.
Foco mítico, não místico. Não sou adivinha e isto está longe de ser religião. É trabalho: feito com o corpo, em cima de história. Levei vinte anos, entre o palco e a pesquisa do sagrado feminino, para construir este método. É ele que eu conduzo, do primeiro conto ao último uivo.
Nós viramos do avesso o significado das histórias antigas, para reescrever a nossa.
ALCATHEAS nasce de alcateia + Thea: o sagrado feminino, a deusa como simbologia filosófica, não como religião. Aqui a deusa é imagem e pensamento, não culto. A fé de cada uma é pessoal e intransferível, e todas as religiões são respeitadas nesta sala. O que nos une não é uma crença: são as histórias.
Boal escreveu que o Teatro do Oprimido tem três vertentes: educativa, social e terapêutica. É nessa terceira que a gente entra. Ele criou a figura da espect-atora: aquela que não fica sentada assistindo, mas que sobe, interrompe a cena e a muda. Vejo e ajo.
Você sai da plateia e volta a ser protagonista da tua própria história. A voz que você engoliu volta a ter para onde ir.
O corpo sustentado, o chão firme debaixo dos pés, o sistema nervoso regulado, a respiração de volta. Sem chão, não existe travessia funda que seja segura.
E porque a voz que te calou raramente começou em você: cada peso volta a quem ele pertence, e a bênção represada na linhagem é recolhida.
As hipnoses que atravessam os contos e levam as personagens até onde a razão não chega.
Em cada lua, a gente desmonta em cena uma frase que te ensinaram, e escreve outra em outro lugar: na mente, com o corpo. Mexer no significado da história é o ensaio para reescrever a sua. Isto não é teoria: é o que acontece na sala.
Não vendo técnica. Vendo o que acontece com a sua vida quando a técnica termina.
Antes: você sustenta tudo e todos, e não sobra nada. Descansar dá culpa.
Depois: um compromisso semanal com você, por três meses, com acompanhamento transdisciplinar. Um descanso criativo que ninguém pode tomar. Sem mais pedir licença.
Antes: medo de se expor, de parecer ridícula, de que ninguém goste de você.
Depois: você fala, ocupa espaço e é vista. Em cena primeiro, porque ali é seguro. Depois, na vida, porque o corpo já sabe.
Antes: a vida perdeu a graça. Nenhum tempo, nenhuma vontade de criar.
Depois: a vida criativa reacende. Você volta a escrever, dançar, inventar. Sem precisar que sirva pra nada.
Antes: criação rígida, raiva engolida, tudo virou obediência.
Depois: você diz não, e o mundo não desaba. Sentir raiva vira dar limite, e não perder o controle.
Antes: você é uma personagem que aprendeu a agradar.
Depois: você deixa de caber e passa a existir. E descobre que ser você, inteira, era o que faltava.
Antes: viver no automático te impediu, até hoje, de ver a loba que mora em você.
Depois: você a enxerga e a traz de volta à vida. La Loba deixa de ser uma história bonita e passa a ser o seu nome do meio.
Antes: a ovelha negra, a que nunca encaixou em lugar nenhum.
Depois: a ALCATHEAS. Mulheres que não te pedem para encolher, e que continuam ali depois da última lua.
15 encontros · 9 ao vivo e 6 gravados · 33 horas de imersão
Os gravados saem às sextas-feiras. Os ao vivo acontecem aos domingos (ou, eventualmente, aos sábados, conforme a flexibilidade do grupo). Apenas 13 lugares.
Eu criei este método, e é ele que me faz uivar na minha versão mais selvagem, do primeiro conto ao último uivo. Atriz, jornalista, professora e pesquisadora do sagrado feminino há mais de vinte anos. Não venho como guru: venho como uma viajante que ainda está na própria estrada. Eu também fui a ovelha negra.
Mais de 34 anos de muito estudo e prática. Psicóloga, terapeuta corporal, professora de yoga e consteladora. É a Juliana que segura o corpo e o chão da travessia, com yoga, bioenergética, grounding e alta permissão, pra que ela seja funda e segura. A constelação nós conduzimos juntas.
Todos os encontros ao vivo são conduzidos por Clarissa e Juliana, juntas, do começo ao fim da jornada.
Jornadas ALCATHEAS · Porto, 2026
Nenhuma loba atravessa o deserto sozinha.
Seis mulheres, seis depoimentos. Elas contam, com as próprias palavras, o que atravessaram.
Seis mulheres da ALCATHEAS · Porto
“Todas as mulheres são lobas selvagens e precisam de uma alcateia de compreensão, uivos e afectos.”
“Aqui temos tempo para parar, sem culpas, sem preocupações, sem julgamentos. Dançamos juntas e sorrimos tal como somos.”
“Foi intenso e partilhado, conduzido de uma forma fantástica e original. Um consolo para a alma.”
“Senti-me segura, presente e feliz, e pude sentir a força da Mulher em cada uma de nós, com todas as suas faces.”
“Um espaço muito seguro de cura e acolhimento.”
“O autoconhecimento é tratado com seriedade, mas ao mesmo tempo de forma leve e lúdica.”
20% com o cupom EUMEPERMITO20, só até 12 de setembro
Além dos 15 encontros, você leva cinco apoios que continuam trabalhando muito depois de a câmera desligar.
As perguntas de permissão e de alta permissão: a psicologia positiva da mulher que decide. Cada osso é uma pergunta que você ainda não se fez, e que muda o que você faz depois.
Não é conversa solta: é hot seat. Uma questão sua, que emergiu na jornada, resolvida ali, na hora. Nós entramos como personagens (a Baba Yaga e a Boneca de Bolso Sabida, inspiradas em Vasalisa) e a coisa vira oráculo, humor, reflexão e amparo.
As hipnoses chegam aonde o racional jamais ousaria ir. É no inconsciente que os arquétipos se fixam, e é lá que a Mulher Selvagem de cada uma será fortalecida, conto a conto.
Você não sai com um mito na cabeça. Sai com ele a guiar as suas próximas escolhas, sem que você tenha de lutar por elas.
Um estudo de neuroimagem da Universidade de Stanford mostrou o que acontece no cérebro em transe: cai a atividade do córtex cingulado anterior dorsal, sobe a ligação entre o controlo executivo e a ínsula, e enfraquece a rede ligada à autocrítica e ao julgamento de si. Traduzindo: a porta abre, e a voz que te vigia se cala. Jiang, White, Greicius, Waelde & Spiegel (2017), Cerebral Cortex · Universidade de Stanford
Um diário criado para esta travessia, com as perguntas de cada lua e o espaço para os seus próprios ossos. Você imprime e faz as práticas com ele na mão. Vem junto todo o material de apoio: o livro da jornada em PDF, os áudios e os guias práticos, com acesso à plataforma Hotmart, de onde você estiver.
Um ritual performático para atrair o amor comprometido, inspirado no mito da Mulher Esqueleto. Sou pós-graduada em coração partido: já fui abandonada, traída e trocada, e sei do que falo. Hoje vivo uma relação comprometida, sendo a eu autêntica. Casei perto dos quarenta. Para quem eu ensinei, este ritual deu certo até no que parecia impossível. Toda participante da Jornada tem o acesso garantido, sem custo extra.
Três meses. Seis contos. 33 horas de imersão vivencial, com três profissionais ao teu lado.
E ainda os bônus
Quanto vale todo esse conhecimento e a permissão de ser você, acompanhada por três profissionais durante três meses?
A hora de consulta da Juliana custa a partir de R$ 500. Aqui, a hora da jornada sai por cerca de R$ 37, um almoço; são 33 horas com três profissionais e a ALCATHEAS inteira. Na Europa, menos de 9 € a hora.
Pouco mais de 3 € por dia.
Três meses da sua vida, pelo que você gasta sem pensar num café.
Brasil: R$ 1.237 no Pix, ou 12x de R$ 103,14 no cartão.
Portugal: 300 €, no MB WAY ou dividido pela app do seu banco (cerca de 5x 60 €).
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Quando a jornada começar, em 13 de setembro, o valor volta ao oficial: 377 € e R$ 1.547.
E mesmo esse valor fica muito abaixo de tudo o que é entregue aqui. Só que esta é a primeira jornada online da ALCATHEAS, e as primeiras a chegar são honradas com a melhor condição. Apenas 13 lugares neste primeiro círculo.
Eu já paguei caro por falsa guru.
Já comprei curso que prometia e não acolhia. Já fiquei em relação sem futuro por muito mais tempo do que devia, e por muito mais dinheiro do que gostaria de contar.
Se isso também já te aconteceu, você sabe: o problema nunca foi o preço. Foi o que não veio junto.
Aqui vêm 33 horas, três profissionais, seis contos e a ALCATHEAS. E, no fim, o que você leva não é um certificado de parede, sem utilidade prática. É o seu uivo original de volta. Um caminho sem volta.
Nenhuma. O que importa é a sua vontade de se reconectar com você. Você é guiada passo a passo, no seu tempo.
Não. A jornada foi feita exatamente para quem tem medo de se expor. A exposição nunca é forçada, é conquistada: você entra em cena quando o seu corpo disser que pode. E, quando disser, é ali que a coisa muda.
Eu, Clarissa Zel Vargas, criadora do método e da direção da jornada, junto com Juliana Garcia. Estamos as duas em todos os encontros ao vivo. Talita Soares contribui com as hipnoses, que são um bônus da jornada.
Todos são gravados e ficam disponíveis. Nada se perde se a vida acontecer no meio do caminho.
Sim. Escolha o botão do seu país e o checkout mostra o preço na sua moeda. No Brasil há parcelamento no cartão.
Não. O foco é mítico, não místico. Trabalhamos com histórias (mito, rito e teatro) apoiadas em Clarissa Pinkola Estés e no Teatro do Oprimido de Augusto Boal. Cada mulher se liga ao sagrado à sua maneira, ou a nenhum.
Precisa encontrar a ALCATHEAS. E recolher os próprios ossos.
Quero minha vaga no círculo